segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A BANDA NITEROIENSE PELICANO NEGRO ABRE O CORUJÃO DO LEBLON E RECEBE A BENÇÃO DO PADRINHO EM MAIS NOITE PRA CORUJA NENHUM BOTAR DEFEITO!
E tem muito mais!
Uma cortesia do nosso SUPER Júlio Pereira!
terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
E COMO BOMBOU O ARRAIÁ DE SÃO PEDRO! CORUJÃO DA POESIA - UNIVERSO DA LEITURA - 29/06/10
Da esquerda para a direita: Glad Azevedo, Renan Valim, Jorge Ben Jor, Eduardo Valim, João Luiz de Souza, Tico Santa Cruz e Natália Parreiras.
Clique aqui e veja o álbum completo do fotógrafo Júlio Pereira!
Clique aqui e veja o álbum completo do fotógrafo Júlio Pereira!
terça-feira, 29 de junho de 2010
FESTA DE SÃO PEDRO SOB O "COMANDIO" DO "PADIM" BEN JOR! OCÊ VAI PERDER?
É HOJE! A PARTIR DE MEIA-NOITE NO LETRAS & EXPRESSÕES DO LEBLON!
Arte e flyer by Caró Lago - Imagens da Bag Coruja by Lei Oli
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
POEMA DO PADRINHO JORGE BEN JOR, EM PRIMEIRA MÃO!
(original escrito pelo mestre no última Corujão da Poesia do Leblon)
Confira as fotos do último Corujão do Leblo, aqui:
http://picasaweb.google.com/julioinx/CorujaoDaPoesia100601
Fotos por Julio Pereira.
Saudações Coruja,
A poesia - por Jorge Ben Jor
Quem corre da poesia
Vai de encontro ao perigo
Sem sentidos, sem ritmo
Sem calor, sem abrigo
Sem idéias, sem ideal
Sem palavras, sem princípios
Sem fé, sem alegria
Sem poesia".
Confira as fotos do último Corujão do Leblo, aqui:
http://picasaweb.google.com/julioinx/CorujaoDaPoesia100601
Fotos por Julio Pereira.
Saudações Coruja,
quinta-feira, 27 de maio de 2010
João José de Melo Franco
João José de Melo Franco nasceu em Barretos, interior de São Paulo, no dia 10 de agosto de 1956. Hoje mora no Rio de Janeiro. Estudou semiótica, grego e latim. Foi publicitário por muitos anos. Além de poeta, é editor da Ibis Libris.
OGUM
A espada, o arado e a enxada - de ferro ele fez.
A espada previne,
o arado rasga a terra,
a enxada tanto junta quando cobre.
E então há paz, a terra é arada
e é deitada a semente.
Quando Iansã faz sexo, chove.
E é assim que sobre o pacífico dom da terra
o fruto vem e alimenta o homem.
E é porque o fruto vem, que dão de fazer guerra,
a maldição de que tudo o que dá vida,
dá morte também.
A espada, pendor de justiça, é um medo que vira arma,
e para ela não há sangue que baste
para cobrir o campo que o arado fez
e sufocar a semente que a enxada bem escondeu.
Em toda paz há um gosto de sangue sobre ferro
e o nome disso é fome.
sábado, 15 de maio de 2010
PALAVREANDO - POR ALEXSANDRO CÂMARA
Palavrando I (argilosamente)
Esse é todo um refazimento de muda
Do desconhecido toda se crescendo
Iluminada de sol, reluzente de vida
Primaverando: florescida
A gente tá todo dentro das plantas
Olhos fechados que sejam espirrados de pólen
E despertados.
Seguindo a partir do partido, deixando arco-íris no outrora
Enegrecido coração invernizado
Outra hora, outro respiro.
Palavrando II (vertigenssolar)
Você tá toda numa entrepalavra
Aquela que tem uma pra cá outra pra lá
E deixa um espaço a ser preenchido
Uma performance poética vocal
Na amplidão da nossa boca no céu da louca
Dessa casa grande
Onde tem espaço pro improviso
Samba flor gira gira
Sol me esquenta
Como a concretude das latinhas
De barros e areias, classicismos modernosos
Barrocando, água, chuvas vespertinas
Eu e você e um punhado de argila
Ou seria chocolate?
Jazz e cá
Rego de calor
O odor da vida
Que invade nossa tarde...
Tão cedo o toque das carnes
Frutifica a palavra nova
Que não se lê
Ninguém mais sabe, a gente não diz
Essa daí só eu e você
Palavrando III (ad-entre)
Atrás disto, você
Eu mescrevendo em aflição
Tinta que corre fácil mancha tanto quanto
Difícil mesmo é controlar
Lado alado de asa quebrada
Passarinho desapassarinhou
E pia
Seu Poeta, senhor maiúsculo,
me ensina esse olhar de ave?
Ave Maria, até faria
Reza braba de pazes
Olho que enxergue muito disso
Fazer e ter, sentir e ser
Pluralidades
Tô num momento de rima, eu juro
Entrecortada, antepalavras
Silenciais, licenciais, contratuais
Postepalavras iluminando
Entrelinhas do escuro
Fosse isso tudo um muro
Na frente dele, você.
Palavrando Última (pro nome outro)
Senhora, tô insatisfeito
Espaço de sobra
E eu ainda rarefeito
Tô peneirando o ar com as mãos
E nesse gesto não cato nem palavrão
E o que poderia de ser?
Tô cheirando a terra com os nãos
E desse jeito não farejo nem emoção
E o se poderia de ter?
Silêncio é bom. Silêncio é ruim.
Matutando, cavucando, simulando, fabulando
Algo flor, ausenciada, enunciado, anunciada
Resvalando, faltando faltando faltando
Apressado, repetidamente gerundiando
Agora a coisa. A coisa e tal. Tal coisa assim.
Sem hora, tô insatisfeito
Sobre o espaço
Ainda eu e raro efeito:
pra todo efeito, sem defeitos em si sê-los, selando pronome efetivamente em mim.
Palavrando Re-primeira: Português de amor não tem regra
Re-pouso meus olhos de ave palavrando voos de você
Sublimação do silêncio
Natureza naturalmente: um mundo
Amanheceres seres desse mundo beira eros eira
Um desejo com afinco, um acarinhamento todo
Como eu sinto, sim tô aqui pra te ver clareando a vida de orelha a orelha
No teu riso tem centelha de sol
Casa sem telha pra ver o céu
Cada calor na veia pra se saber cheio de alma
Eu tenho toda essa conversa pré-sono
É meu jeito de te ler todo sonho
É um respiro pra saber que nunca vou te saber mas sempre te sinto
São voos lado a lado
Palavrinhas chovendo acariciando a secura do solitário
Longe nunca fique longe é da lonjura
Fique perto do meu lado
Alado
Quando tudo é estar contigo
Felicidade é sempre ponto de partida.
QUER SABER MAIS SOBRE ESTE POETA?
ACESSE SEU BLOG E COMENTE SUA OBRA:
http://eternoamar.blogspot.com/
Saudações Coruja,
Esse é todo um refazimento de muda
Do desconhecido toda se crescendo
Iluminada de sol, reluzente de vida
Primaverando: florescida
A gente tá todo dentro das plantas
Olhos fechados que sejam espirrados de pólen
E despertados.
Seguindo a partir do partido, deixando arco-íris no outrora
Enegrecido coração invernizado
Outra hora, outro respiro.
Palavrando II (vertigenssolar)
Você tá toda numa entrepalavra
Aquela que tem uma pra cá outra pra lá
E deixa um espaço a ser preenchido
Uma performance poética vocal
Na amplidão da nossa boca no céu da louca
Dessa casa grande
Onde tem espaço pro improviso
Samba flor gira gira
Sol me esquenta
Como a concretude das latinhas
De barros e areias, classicismos modernosos
Barrocando, água, chuvas vespertinas
Eu e você e um punhado de argila
Ou seria chocolate?
Jazz e cá
Rego de calor
O odor da vida
Que invade nossa tarde...
Tão cedo o toque das carnes
Frutifica a palavra nova
Que não se lê
Ninguém mais sabe, a gente não diz
Essa daí só eu e você
Palavrando III (ad-entre)
Atrás disto, você
Eu mescrevendo em aflição
Tinta que corre fácil mancha tanto quanto
Difícil mesmo é controlar
Lado alado de asa quebrada
Passarinho desapassarinhou
E pia
Seu Poeta, senhor maiúsculo,
me ensina esse olhar de ave?
Ave Maria, até faria
Reza braba de pazes
Olho que enxergue muito disso
Fazer e ter, sentir e ser
Pluralidades
Tô num momento de rima, eu juro
Entrecortada, antepalavras
Silenciais, licenciais, contratuais
Postepalavras iluminando
Entrelinhas do escuro
Fosse isso tudo um muro
Na frente dele, você.
Palavrando Última (pro nome outro)
Senhora, tô insatisfeito
Espaço de sobra
E eu ainda rarefeito
Tô peneirando o ar com as mãos
E nesse gesto não cato nem palavrão
E o que poderia de ser?
Tô cheirando a terra com os nãos
E desse jeito não farejo nem emoção
E o se poderia de ter?
Silêncio é bom. Silêncio é ruim.
Matutando, cavucando, simulando, fabulando
Algo flor, ausenciada, enunciado, anunciada
Resvalando, faltando faltando faltando
Apressado, repetidamente gerundiando
Agora a coisa. A coisa e tal. Tal coisa assim.
Sem hora, tô insatisfeito
Sobre o espaço
Ainda eu e raro efeito:
pra todo efeito, sem defeitos em si sê-los, selando pronome efetivamente em mim.
Palavrando Re-primeira: Português de amor não tem regra
Re-pouso meus olhos de ave palavrando voos de você
Sublimação do silêncio
Natureza naturalmente: um mundo
Amanheceres seres desse mundo beira eros eira
Um desejo com afinco, um acarinhamento todo
Como eu sinto, sim tô aqui pra te ver clareando a vida de orelha a orelha
No teu riso tem centelha de sol
Casa sem telha pra ver o céu
Cada calor na veia pra se saber cheio de alma
Eu tenho toda essa conversa pré-sono
É meu jeito de te ler todo sonho
É um respiro pra saber que nunca vou te saber mas sempre te sinto
São voos lado a lado
Palavrinhas chovendo acariciando a secura do solitário
Longe nunca fique longe é da lonjura
Fique perto do meu lado
Alado
Quando tudo é estar contigo
Felicidade é sempre ponto de partida.
QUER SABER MAIS SOBRE ESTE POETA?
ACESSE SEU BLOG E COMENTE SUA OBRA:
http://eternoamar.blogspot.com/
Saudações Coruja,
FOTOS DO CORUJÃO DA ABOLIÇÃO E DADOS HISTÓRICOS PARA ENRIQUECER O SEU SÁBADO!
VOCÊ SABIA???
No Alto Leblon, onde hoje funciona o Clube Campestre, nos idos de 1880 à 1890, existiu ali o Quilombo das Camélias, mantido pelo português SEIXAS, empresário do ramo de malas e bolsas, que acolhia negros fugidos e rebelados e promovia encontros para viabilizar a ABOLIÇÃO. Durante todo o período que precedeu a abolição da escravatura oficial, SEIXAS e os NEGROS acolhidos em sua propriedade cultivavam CAMÉLIAS, flores que tornaram-se emblemáticas do MOVIMENTO ABOLICIONISTA.
Por esta razão, o CORUJÃO DA POESIA E DA MÚSICA-UNIVERSO DA LEITURA dessa madrugada de terça para quarta festejou o QUILOMBO DAS CAMÉLIAS ou do LEBLON, numa vigília onde a cultura afrobrasileira encontrou ecos em poemas, canções e danças. Confira as fotos de JULIO PEREIRA que revelam a beleza do evento.
Link das fotos - Corujão da Poesia em 11 de Maio de 2010 - com 133 fotos on line...É só clicar:
Com os cumprimentos da Comunidade Acadêmica da UNIVERSO, os agradecimentos à Secretaria de Estado de Educação (RJ) e o abraço de todos os artistas, músicos, poetas e público que fazem do CORUJÃO um movimento gerador de muitos resultados sociais, artísticos e de incentivo ao prazer da LEITURA.
OBS.: 17/05, segunda-feira que vem, das 20h à uma da madrugada, Corujão da BARRA DA TIJUCA, na Livraria NOBEL, no Shopping Downtow.Toda madrugada de terça para quarta: Corujão na Livraria Letras&Expressões do LEBLON. A partir de meia-noite!!!
João Luiz de Souza.
Assessor de Cultura da UNIVERSO.
www.universo.edu.br
www.corujaodapoesiaedamusica. blogspot.com
Assessor de Cultura da UNIVERSO.
www.universo.edu.br
www.corujaodapoesiaedamusica.
PEDRO LAGO LANÇA SEU CORPO ABERTO NA CASA DE CULTURA LAURA ALVIM
Confira no link abaixo o resgistro da noite de autógrafos do autor, realizada no último dia 10 de Maio:
http://picasaweb.google.com/julioinx/CCLAPedroLago100510
Ainda não tem o seu?
Eu se fosse você, não perdia!
Aquele abraço,
http://picasaweb.google.com/julioinx/CCLAPedroLago100510
Ainda não tem o seu?
Eu se fosse você, não perdia!
Aquele abraço,
E MAIS VÍDEOS DO PADRINHO NO CORUJÃO!
Confira nestes registros de Julio Pereira, imagens do Corujão sendo comandado pelo mestre JORGE BEN JOR!
Saudações Coruja,
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Natália Parreiras [Redação, Edição, Assessoria de Imprensa, Parcerias e Co-produção do evento]
Educadora licenciada em Letras pela UFPE.
Tem três livros de poesia publicados e atualmente prepara o quarto e o quinto títulos.
Mais em: http://www.sonatainsone.blogspot.com/
Tatiane Rangel [Idealização e fundação do Blog]
Formada em Comunicação Social/Jornalismo pela PUC-Rio.
Mais em: http://www.sohamsoham.blogspot.com/
Educadora licenciada em Letras pela UFPE.
Tem três livros de poesia publicados e atualmente prepara o quarto e o quinto títulos.
Mais em: http://www.sonatainsone.blogspot.com/
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